A ervilha é um alimento bastante utilizado em saladas e sopas. Com diversos benefícios para a saúde, esse é um grão conhecido por seu alto teor nutricional, entre eles a proteína, fibras, ferro, potássio, enxofre e a vitamina E.

“Esse alimento auxilia no controle dos níveis de glicemia e colesterol no sangue e previne a prisão de ventre, assim como a anemia. Graças ao enxofre, os cabelos e as unhas também são beneficiados. Além disso, os antioxidantes e a vitamina E retardam o envelhecimento precoce. A ervilha também prolonga a sensação de saciedade, auxilia no peso do corpo e reduz o risco de doenças cardiovasculares”, explica Flávia Ribeiro, nutricionista e professora de Nutrição do UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Recife.

Uma das opções mais comuns é a ervilha em conserva, aquela que costuma ser vendida na versão em lata. No entanto, a especialista alerta que essa pode não ser a opção mais saudável e até mesmo saborosa! E isso porque essa versão costuma ficar mole demais e apresentar uma coloração meio acinzentada.

Seu sabor não costuma afetar nos pratos, mas também não acrescentar. Além disso, essa não é uma opção recomendada para ingestão em excesso. “Elas têm uma grande concentração de sódio, que, em excesso, pode prejudicar a saúde”, comenta a especialista.

Qual versão de ervilha consumir?

De acordo com Flávia, a melhor opção para consumo — quando o assunto é incrementar os pratos — é a ervilha congelada. E isso por um motivo bem simples: ao congelar a ervilha, seus nutrientes são preservados. Ou seja, torna-se uma versão mais saudável e rica para quem come!

Além disso, você pode optar também pela ervilha fresca, na versão in natura, ou pela ervilha seca, que também é encontrada com bastante facilidade nos supermercados e cerealistas. Nesse sentido, o motivo é o mesmo: ambas as opções preservam melhor o sabor desta leguminosa, além dos benefícios nutricionais.